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A empatia das redes sociais.


 Por todo o período pandêmico, tem sido muito comum ver nas redes sociais o quanto se cobra por empatia. Afinal de contas o que é empatia e o que significar ter empatia ou ser uma pessoa empática?

No dicionário, uma das definições diz que ela é a capacidade de se identificar com outra pessoa, de sentir o que ela sente e de querer o que ela quer. Em resumo, poderíamos dizer que ter empatia é se colocar no lugar do outro. Psicologicamente, empatia é a capacidade de você sentir o que uma outra pessoa sente caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela, ou seja: procurar experimentar de forma objetiva e racional o que sente o outro a fim de tentar compreender sentimentos e emoções.

Verificada a definição e observada as discussões que levam as cobranças por pessoas mais empáticas, o grande questionamento é; nós somos empáticos, praticamos a empatia ou somos apenas camufladores de intenções e assumimos papéis nas redes sociais que não condizem com nossas ações na vida rela? O que nós tornaria em, além de pessoas de caráter questionável, em pessoas antipáticas. E a antipatia é justamente o oposto da empatia. Ser antipático tem muitas definições, podemos dizer que é ser uma pessoa sem emoções, que não se coloca no lugar do outro, que inspira antipatia ou aversão, que é discordante, desarmonioso ou incompatível.

No mundo das redes sociais é possível ser empático mesmo sendo antipático (camuflado). Fato é que as cobranças por empatia são muitas, afinal de contas o mundo sofre e as pessoas clamam por serem compreendidas e ajudadas nesse momento difícil em que estamos atravessando e na minha opinião, devemos buscar diariamente a empatia. Não só a empatia sobre bens ou serviços, a empatia do não ter algo, mas também a empatia da compreensão, a empatia do entender o porquê determinadas ações são tomadas, do entender comportamentos, opiniões que muitas vezes são pedidos de atenção, de socorro.

Podemos ver no filme Trocando os Pés (2014), estrelado por Adam Sandler, um literal exemplo de empatia em que seu personagem encontra uma relíquia mágica que permite transformar-se no dono do sapatos que ele usar. O enredo do filme deriva de um velho ditado popular: “só julgue alguém depois de ter caminhado com seus sapatos”. Empatia, uma palavra que está na moda não por a estarmos usando, mais sim por a estarmos perdendo.

Empatia não é um cargo a ser ocupado ou um título a ser conquistado, empatia vai além disso, é uma ação diária tomada em momentos oportunos. É uma busca constante.

Caro leitor, espero que esse pequeno texto o leve a refletir sobre esse tema tão relevante. Pesquise mais sobre o assunto, aprimore a empatia que existe dentro de você.

Um abraço aos amantes da leitura e do café.

Da Redação
Com  Colunista Geandro Farias Fontes: Agência Senado, Agência Brasil.

Um comentário:

  1. Sensacional!!! As pessoas estão se perdendo em suas próprias vaidades e isso, faz com que elas não se sensibilizem com os sentimentos dos outros. Por mais textos com esse. Que possamos tirar a empatia da teoria e coloquemos na prática.

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