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 Urucum é uma planta originária da América Latina e cultivada em diversos trópicos de todo o mundo.
É uma planta muito útil, usada desde tempos remotos pelos nossos indígenas que pintavam a pele para efeito ornamental e, também como repelente de mosquitos. É usado basicamente como condimento para cozinha, na sua forma primitiva – “o colorau”, em substituição ao uso de corantes químicos na alimentação. Também o urucum é empregado em laticínios, bebidas, na panificação, em ração para aves e na culinária. No setor não alimentício, é usado em bronzeadores, batons, pós faciais, cremes, filmes, ceras, vernizes, inclusive na medicina homeopática no trato de diarreias, estado febril, como antídoto para ácido cianídrico e como expectorante. 
As condições édafo-climáticas e pluviométricas, apesar da baixa média dos últimos anos, o município de Mari é favorável ao cultivo dessa lavoura, pois as plantas existentes, que são poucas, apresentam resultado econômico bem satisfatório.
 Para iniciar uma exploração econômica, é importante que se defina a variedade ou tipo a ser cultivado, baseando-se em variedades recomendadas pela EMEPA ou, então, através de mudas feitas com sementes de plantas matrizes, após comprovada sua precocidade e boa produtividade.
Plantio – deve ser realizado no início do período chuvoso, e para que isto ocorra com êxito é preciso que o produtor prepare as mudas com antecedência de 100 a 105 dias, quando as mudas atingirem cerca de 30cm de altura e, portanto, poderão ser levadas ao local definitivo, obedecendo ao espaçamento de 5mx5m ou 5mx4mem covas de 30mx30m.
Preparo do solo – para abertura das covas, o terreno deve ser gradeado. Para seu enchimento, usar adubo orgânico misturado ao solo.
Tratos culturais – recomenda-se a realização de 3 a 4 capinas por ano, dependendo das condições climáticas e o desenvolvimento das plantas. Em áreas inclinadas, faz-se apenas a realização de roço e coroamento. Importante também é a prática de poda de formação e limpeza.
Colheita – a frutificação inicia-se entre o 15º mês e o 18º mês, com produtividade baixa. A colheita é feita manualmente  em facões ou tesourões, cortando-se o pedúnculo dos cachos. Após o corte, os cachos são levados ao sol para completar a secagem.
O beneficiamento mais comum é feito manualmente, pelo batimento dos cachos, ou mecanicamente principalmente em Guarabira, nos armazéns próximos à feira livre.
Para melhores esclarecimentos, procure a EMATER do seu município.

Da Redação
do Portal Umari 
Com Ercílio Delgado      


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