No caso do bebê, a substância identificada pelo exame foi o terbufós, que pertence a esse grupo de pesticidas. O laudo classificou a intoxicação como exógena, ou seja, provocada por uma substância que entrou no organismo. Ainda segundo o IPC, o exame complementar toxicológico foi realizado após a autópsia da criança, identificada apenas como Noah. Com a conclusão da análise, o exame cadavérico foi encerrado e a causa da morte foi estabelecida como broncoaspiração e intoxicação exógena por veneno.
O caso aconteceu em uma ocupação localizada no Centro de João Pessoa e continua sendo investigado pela Polícia Civil da Paraíba. No dia 8 de setembro, o diretor do IPC, Flávio Fabres, havia informado que a causa da morte do bebê de um ano em João Pessoa era “sufocação consecutiva”.
De acordo com o IML, naquele momento, a sufocação ocorreu após o bebê se engasgar e ter o fornecimento de oxigênio interrompido. A perícia também havia apontado broncoaspiração e informado que exames complementares ainda seriam realizados.
Com PB Agora





