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FUTURO INCERTO: parlamentar segue sem partido após confusão nas duas últimas agremiações de que foi filiado



Começou a segunda semana de trabalho parlamentar na Câmara Municipal de João Pessoa e o vereador Marmuthe Cavalcanti segue sem partido após protagonizar confusões nas duas agremiações de que foi filiado, são elas: Solidariedade e PT do B. O painel eletrônico da Casa de Napoleão Laureano até registra a presença do vereador, mas do lado o aponta como – sem partido.

Em dois anos, o parlamentar deixou duas legendas e o motivo alegado seria que seu temperamento forte gerava impasse com as lideranças das agremiações partidárias das quais ele fez parte, além da ciumeira na sua base eleitoral, onde reside, bairro do Valentina de Figueiredo, que é disputado pelo também vereador Sérgio da Sac (PSL).

ENTENDA

Marmuthe foi ex-chefe de gabinete do presidente do PT do B na Paraíba, Genival Matias, e segundo o líder político, seu apoio  foi fundamental para que o vereador fosse eleito na Capital do Estado.

Depois do meio do ano de 2013, Marmuthe deixou a sigla de Genival. Insatisfeito, o PT do B entrou na justiça para requerer o mandato do vereador, mas perdeu. Inclusive Matias chamou o ex-aliado de traidor durante entrevistas dadas à imprensa.

“Eu não traí, eu tenho certeza que saí do partido porque eu estava sofrendo humilhações, sendo preterido das discussões, estava sendo isolado de todas a decisões  políticas partidárias e sem contar às instabilidades que eu estava vivendo no PT do B. Há um ditado que os incomodados é que se retirem e eu me retirei e fui para um partido recém criado, mas não viram com bons olhos e tentaram tirar o meu mandato”, desabafou Marmuthe à época.

Sem abrigo partidário, Marmuthe encontrou abrigo no Solidariedade de Benjamin Maranhão, porém, a lua de mel não durou muito tempo e o parlamentar também decidiu deixar a legenda.

O motivo da saída, segundo ele, foi o mesmo do anterior, falta de espaço na legenda e de diálogo entre os filiados e seu mandatário.

Á época, Marmuthe saiu ao ataque e chamou o sobrinho de José Maranhão (PMDB) de coronelista e avisou que outros também iriam sair da legenda.

“Não tem como permanecer num espaço onde não há respeito, onde há uma ditadura branca instalada e você é obrigado a fazer o que o dono do partido quer. Ele colocou o partido debaixo do braço para sair negociando. Então acha que tem o direito e pode mandar, obrigar e ameaçar”, reclamou o vereador, que na época pediu desfiliação da legenda e evitou ser expulso.

Diante destes problemas, o futuro partidário do parlamentar segue incerto, pois ninguém sabel qual presidente de partido confiará na fidelidade de Marmuthe Cavalcanti.

Fonte: PB Agora
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