Resposta à Assis Firmino
Aprendi com a
minha querida e santa mãe que não se deve dar coice em jerico porque, no
mínimo, nos igualaríamos a ele; do mesmo modo, Jesus Cristo, há mais de 2000
anos, já dizia que não se devem jogar pérolas aos porcos porque, certeiramente,
eles se banharão com elas na lama!
A partir do
enunciado acima eu não deveria dar respostas às baboseiras vomitadas por esse
senhor, porém como gestor de uma entidade comunitária que é composta por várias
pessoas – homens e mulheres dos diversos segmentos sociais do nosso município,
sendo querida, amada e defendida por 99% da nossa população; e, ainda, por
entender que “quem cala consente”,é que passo a explicitar, claramente, para os
leitores desse BLOG e para as pessoas seguidoras das redes sociais, que o Sr
Assis Firmino não passa de um invejoso e recalcado, pelo menos no tocante a
Associação Rádio Comunitária Araçá FM da cidade Mari, visto que ele sempre
desejou ser o DONO deste meio de comunicação tão importante para a nossa
comunidade. Sonho este que, para ele, sempre foi um pesadelo!
Inicialmente,
quero deixar claro que não tenho nenhum motivo para ter briga pessoal com o
querelante e que as Ações Judiciais sempre partiram dele, contra mim e a
emissora comunitária. Até porque sou uma pessoa com muitas ocupações e
responsabilidades (que sempre busco cumpri-las) e não disponho de tempo para
viver de picuinhas! Até conheço alguns indivíduos que busca viver desse jeito,
o que não é problema meu!
No que se refere aos
motivos que ele apresenta como justificativa para o meu afastamento sumário da
direção da Araçá FM parecem ter saído da cabeça de um néscio, senão vejam:motivo01
–“porque trabalho em João Pessoa e só venho à Mari nos finais de semana”.
Eu moro nesta cidade há 43 anos e já participei e participo ativamente da vida
social destemunicípio desde a minha mais tenra idade: na igreja, no Sindicado
(do qual ele faz parte desde a década de 70), de grupos de jovens e teatro, do
Partido dos Trabalhadores (do qual sai ano passado), das associações
comunitárias (quando existiam) e da Radio Araçá FM. Nesta cidade eu cresci,
namorei, casei e constitui família, que reside aqui até hoje. E vou à Feira
Livre todos os sábados (perguntem ao recalcado onde ele faz a feira?) e
participo, de forma proativa, da vida da comunidade, intensamente! Pergunto:
fora a uma mesa de bar, qual a contribuição dele à sociedade?Motivo 02 – “porque
coloquei a emissora a serviço do ex-prefeito Antônio Gomes”.É de bom avilte
que se diga que o ex-prefeito foi eleito com o voto dele e do seu senhor e
chefe; que ele foi “Diretor de Comunicação” na gestão do Sr. Gomes; e eu
participei daquele governo em quê? Respondo: em nada! Não votei, não fiz
campanha e não ocupei nenhuma uma função pública na gestão “É bom Viver Aqui”
ou em qualquer outra. Afirmou ainda que “eu concordava com tudo da gestão
anterior e discordo de tudo da atual”, o que não é verdade. Fiz inúmeras
criticas a gestão do seu Antônio Gomes e quem é de Mari sabe disso. No entanto,
não poderia ser contra a construção de duas creches, de duas academias de
saúde, da Policlínica, da climatização das escolasmunicipais, das melhorias realizadas nos Assentamentos rurais, da articulação para implantação de fábricas no município, da urbanização da entrada da cidade e da mudança na iluminação publica, até porque estas e outras ações eu sempre cobrei dos gestores públicos da nossa cidade. Por outro lado, ele quer que eu defenda a atual gestão, da qual ele é “secretário”/diretor de Cultura, de Desposto e Lazer. E vou defender o quê ou em quê. Confesso, que por mais que me esforce, não consigo encontrar um único motivo (a partir da ação da gestão pública atual) que eu ou alguém em sã consciência possa defender. E para não ser injusto, fico no aguardo da citação de ações de políticas públicas implementadas pela atual gestão em benefício dos nossos munícipes. Motivo 03 – “como gestor da rádio comunitária impediu que cidadãos participem dos programas jornalísticos da emissora, a exemplo de Walter (Cabo) e de mim”. Também esta afirmação não é verdade, visto que na emissora comunitária todos têm livre acesso à participação nos diversos meios que disponibilizamos: telefones, WhatsApp, Facebook, Skype e a própria página da rádio. O que ocorreu com as pessoas citadas e se orientadas não sei por quem, decidiram a ingressar com processos judiciais contra a emissora sem nenhum motivo, chagando-se ao absurdo de se dizer que bastava, apenas, ter o nome citado na Rádio seria motivo suficiente para denuncia-la à Justiça. Diante do exposto, pergunto: como colocar estas (duas) pessoas no ar através dos telefones da emissora sem sequer poder citar o nome dela, sob pena de respondermos a processos na Justiça? Por último, “tem impedido que os cidadãos e cidadãs de Mari façam parte do quadro de sócios da emissora”. Ora, o Quadro Social de qualquer entidade é definido pelos seus próprios membros, de modo que foi decidido por duas modalidades de associados, os efetivos com direito a votar e ser votado e os sócios do Clube do Ouvinte que participam da vida da emissora, porém não podem votar e nem serem votado. E por que decidimos assim? Porque o Ministério das Comunicações quanto solicita (e faz isto com frequência) a documentação dos sócios efetivos de uma entidade que tenha a Concessão de Serviço de Radiodifusão Comunitária, é solicitado uma serie de documentos de cada pessoa, tais como: certidão de ficha corrida da polícia civil e federal, comprovante de quitação a Justiça Eleitoral, dentre outras. Além de cópias de todos os documentos pessoais e comprovante de residência, com a justificativa quando o comprovante não estiver em nome do associado. E se, apenas, uma pessoa apresentar pendência com a documentação exigida, a entidade poderá perder a Concessão ou ser punida. Eis o motivo de se limitar o número de sócios efetivos, e quem quiser fazer diferente que se habilite a fazer, só que na entidade na qual ele fizer parte, na Araçá FM não!
Finalmente, aproveito
o espaço para solicitar do “secretário”/Diretor de Cultura, Desportos e Lazer
que preste contas de quase um milhão (R$ 951.858,00) de Reais que foi gasto na
sua gestão frente a pasta que ele é responsável. Seria imperativo que o senhor
Firmino justificasse a sociedade mariense como ele tendo cargo de confiança no
município, com 40 horas semanal de ‘trabalho’, ele assumiu a Secretaria de
Agricultura Familiar da FETAG-PB e passa a semana toda a serviço da FETAG,
deixando as atividades do setor pelo qual é de sua responsabilidade (e pago com
dinheiro público) às moscas? Sugiro aos senhores vereadores que façam um
levantamento sobre a atuação do Sr. Assis, junto a sua função pública e caso
seja constato o abandono da sua função, que seja aberto um processo para ele e
seu chefe respondam por improbidade administrativa, visto que quem estar
pagando e quem estar recebendo dinheiro público sem a devida prestação de
serviços comete tal crime!
Atenciosamente, Severino
Ramos
Presidente
Artigo Por Abraco





