Autoridades informaram que ele teria envolvimento com criminosos, mas estaria se afastando desses grupos; segundo a polícia, ainda não há informações sobre o paradeiro do jovem.
A polícia suspeita que o jovem Luan Fernandes da Silva Sousa, de 22 anos, tenha sido assassinado. A hipótese foi levantada nesta terça-feira (6) pela Polícia Civil, que apresentou em entrevista coletiva três suspeitos de estarem envolvidos no desaparecimento do jovem. Ele ainda não foi localizado desde 31 de agosto na Grande João Pessoa.
De acordo com o delegado responsável pelo inquérito do caso, Carlos Othon, a motivação do desaparecimento violento de Luan de dentro de casa se deve ao fato dele ter ligações com um grupo criminoso e pretendia se afastar.
“Luan tinha envolvimento com uma quadrilha que articulava homicídios e até crimes contra o patrimônio na região de Santa Rita e decidiu por conta própria sair desse universo criminoso e se dedicar ao seu trabalho em uma padaria, mas isso não foi permitido. Nós ainda não encontramos o corpo de Luan, que é a prova material do homicídio, mas acreditamos que ele foi levado para algum lugar para ser assassinado. Esse grupo criminoso realizava serviços relacionados à segurança privada em toda região de Santa Rita e tinha vários assassinatos na ficha”, disse Othon.
Segundo o titular da 5ª Delegacia Seccional em Santa Rita Everaldo Medeiros, a Polícia foi comunicada do desaparecimento de Luan e a partir de então começaram as investigações. “A família do Luan nos procurou e começamos a montar um verdadeiro quebra-cabeça desse sumiço. A mãe do Luan nos informou que, no dia que desapareceu, ele teria saído de carro com dois colegas, Bruno e Júnior, com a desculpa que os deixaria em casa a pedido de uma terceira pessoa que possui o codinome de Tota. Dias depois, o carro de Luan foi encontrado incendiado no Distrito de Bebelândia, em Santa Rita”, disse o delegado.
Os delegados orientam que quem tiver mais informações sobre o caso pode ligar para o número 197- Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds). “Nós pedimos a ajuda da população para fechar este caso, já que ainda não concluímos a prova material do homicídio de Luan”, disse Everaldo Medeiros.
De acordo com o delegado responsável pelo inquérito do caso, Carlos Othon, a motivação do desaparecimento violento de Luan de dentro de casa se deve ao fato dele ter ligações com um grupo criminoso e pretendia se afastar.
“Luan tinha envolvimento com uma quadrilha que articulava homicídios e até crimes contra o patrimônio na região de Santa Rita e decidiu por conta própria sair desse universo criminoso e se dedicar ao seu trabalho em uma padaria, mas isso não foi permitido. Nós ainda não encontramos o corpo de Luan, que é a prova material do homicídio, mas acreditamos que ele foi levado para algum lugar para ser assassinado. Esse grupo criminoso realizava serviços relacionados à segurança privada em toda região de Santa Rita e tinha vários assassinatos na ficha”, disse Othon.
Segundo o titular da 5ª Delegacia Seccional em Santa Rita Everaldo Medeiros, a Polícia foi comunicada do desaparecimento de Luan e a partir de então começaram as investigações. “A família do Luan nos procurou e começamos a montar um verdadeiro quebra-cabeça desse sumiço. A mãe do Luan nos informou que, no dia que desapareceu, ele teria saído de carro com dois colegas, Bruno e Júnior, com a desculpa que os deixaria em casa a pedido de uma terceira pessoa que possui o codinome de Tota. Dias depois, o carro de Luan foi encontrado incendiado no Distrito de Bebelândia, em Santa Rita”, disse o delegado.
Os delegados orientam que quem tiver mais informações sobre o caso pode ligar para o número 197- Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds). “Nós pedimos a ajuda da população para fechar este caso, já que ainda não concluímos a prova material do homicídio de Luan”, disse Everaldo Medeiros.
Os três suspeitos de 23, 30 e 20 anos portavam duas espingardas de fabricação caseira quando foram presos. Os presos serão encaminhados para unidades prisionais, onde deverão aguardar decisões judiciais.
Da Redação
Com Portal Correio




