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Paraíba é o 3º estado do NE com maior número de mortes por H1N1

Foram registrados 229 casos de influenza em todo Nordeste, sendo 63 óbitos. No Brasil, foram registrados 886 óbitos por H1N1, com registro de um caso importado.
A Paraíba é o terceiro Estado do Nordeste que mais registrou mortes por causa da influenza A (H1N1). Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, neste ano, até 6 de junho, 18 casos da influenza foram registrados, sendo nove mortes em decorrência do vírus. O Ministério recomenda que a população deve adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por esse tipo de gripe.

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Foram registrados 229 casos de influenza em todo Nordeste, sendo 63 óbitos. No Brasil, foram registrados 886 óbitos por H1N1, com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país).

Com relação ao número de óbitos, São Paulo registrou 402, seguido por Rio Grande do Sul (105); Paraná (72); Goiás (46); Rio de Janeiro (42); Mato Grosso do Sul (33); Santa Catarina (28); Espírito Santo (26); Minas Gerais (23); Pará (21); Bahia (19); Pernambuco (14); Distrito Federal (12); Paraíba (9); Ceará (8); Rio Grande do Norte (7); Mato Grosso (6); Alagoas (5); Amapá (4); Amazonas (2) e Maranhão (1).


Vacinas 

Balanço do Ministério da Saúde mostra que mais de 49,9 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe neste ano. O quantitativo representa pouco mais de 100% do público-alvo, que é formado por 49,8 milhões de pessoas consideradas de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença. Desta forma, superou-se a meta originalmente estabelecida, que era de vacinar pelo menos 80% do público prioritário em todo o país.

Apesar de a campanha ter encerrado no último dia 20, a vacinação prossegue em alguns estados e municípios, já que o Ministério da Saúde disponibilizou 54 milhões de doses da vacina – uma reserva técnica de 4,2 milhões de doses acima do quantitativo de pessoas que integram o público prioritário.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da OMS. Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Prevenção 
O Ministério da Saúde reforça que, além da vacinação, a população deve adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por influenza. Medidas de higiene, como lavar sempre as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas que facilitam a transmissão de doenças respiratórias, são algumas destas medidas.
Da Redação
Com Portal Correio
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