“Tudo vai depender da situação de cada município. O partido que lidera a situação ou lidera a posição vai conseguir arregimentar candidatos com mais facilidade. Já os partidos menores, terão muita dificuldade, para completar a chapa que é até 150% do número de vagas”, disse Wilson.
Para ele, o fim das coligações para disputa proporcional, a partir das eleições do próximo ano, será uma ‘caixa de surpresa’, porque ninguém sabe qual será o resultado, mas cabe aos partidos se estruturar, pois terão que lançar candidatos que terão que contar co seus próprios votos, tanto na situação, quanto na oposição.
Da Redação
Com PB Agora





