Arlinda destacou que a data não representa apenas um marco
no calendário, mas um chamado permanente à reflexão, ao reconhecimento e à
valorização das raízes africanas que moldaram grande parte da cultura
brasileira. Segundo ela, o 20 de novembro “é um dia que nos convoca a reafirmar
nossa luta coletiva contra qualquer forma de discriminação e a celebrar a
força, o legado e a contribuição inestimável do povo negro para a construção do
nosso país”.
A ex-parlamentar lembrou ainda que a luta pela igualdade
racial é contínua e exige o compromisso de toda a sociedade. “É um momento de gratidão
e respeito a todos que abriram caminhos com coragem, enfrentando injustiças e
desigualdades. Reconhecer esta data é reconhecer a história e, principalmente,
fortalecer o nosso compromisso com um futuro mais justo, mais humano e
verdadeiramente igualitário”, ressaltou.
Arlinda Meireles, que em seu mandato sempre defendeu pautas
sociais e de inclusão, reafirmou que continuará sendo voz ativa em defesa da
diversidade e dos direitos humanos. “O Dia da Consciência Negra é símbolo de
resistência, mas também de esperança. Que possamos transformar respeito em
prática, reconhecimento em ações e consciência em mudança”, concluiu.
A homenagem da ex-vereadora ecoa como mensagem de unidade,
respeito e compromisso com a memória, a identidade e os direitos do povo negro,
reforçando que Mari segue firme no propósito de construir uma sociedade cada
vez mais inclusiva.
Da Redação






