Devido à sua idade avançada, Collor cumpre pena em casa, segundo decisão do ministro Alexandre de Moraes.
A defesa de Bolsonaro comparou o caso com o de Fernando Collor
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou, junto ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta terça-feira (13), mais um pedido de transferência para a prisão domiciliar. Desta vez, utilizando como argumento a isonomia jurídica com o caso de Fernando Collor, que teve sua pena convertida em prisão domiciliar pelo próprio ministro Alexandre de Moraes devido à idade avançada.
Os advogados argumentam que, assim como ocorreu com Collor, o risco de quedas e a condição de saúde vulnerável de Bolsonaro tornam o ambiente onde ele está preso, na Superintendência da Polícia Federal, “incompatível” com a dignidade humana. Collor está em tratamento da doença de Parkinson há aproximadamente seis anos, com a constatação real da presença progressiva de graves sintomas motores.
Com R7






