“É preciso modificar hábitos ligados aos nossos pilares fundamentais de bem-estar, como sono, alimentação, atividade física, gestão do estresse, suplementação, conexão com a natureza e higiene eletromagnética”, afirma o especialista.
“Usamos o corpo como um laboratório pessoal, medindo como diferentes mudanças na dieta, na exposição à luz solar, no treinamento, na suplementação ou no sono impactam a nossa biologia”, completa.
Pequenas mudanças, grandes diferenças
Uma das estratégias apontadas está relacionada ao jejum. “Ele traz benefícios físicos, mentais e emocionais e pode ser aplicado em qualquer fase da vida. Seu impacto é sistêmico, beneficiando o corpo, a mente e a alma.”
O cérebro também tem um papel fundamental na longevidade. Para melhorá-lo, o especialista explica que uma dieta anti-inflamatória é a mais indicada. “A prática sistemática do jejum, assim como o treino de força, não apenas melhora a condição física, como também está relacionada à prevenção da perda de massa cerebral associada ao envelhecimento.”
Ele acrescenta ainda que “é essencial exercitar a memória visual e auditiva e expandir o vocabulário aprendendo novas palavras”, tudo isso para ajudar a prevenir sintomas de doenças neurodegenerativas como demência, Parkinson e Alzheimer.
Quer um exemplo?
Joyce Gomes-Osman, personal trainer, destaca a importância de praticar cerca de 30 minutos de exercício por dia. A atividade física “mantém e melhora a saúde do corpo, expandindo os pulmões, acelerando a circulação e promovendo o crescimento dos músculos e dos ossos”.
Além disso, “o exercício pode contribuir para o crescimento do cérebro e para o desenvolvimento equilibrado das funções mentais”, acrescenta.
Também é importante mencionar que alguns estudos já demonstraram que “pessoas que praticam atividade física regularmente podem ter até 20% menos chances de desenvolver demência do que aquelas que não se exercitam com frequência”, segundo o site da Alzheimer’s Society.
Aaron Bonner-Jackson, neuropsicólogo, explica ainda que o exercício regular pode ter um impacto positivo no hipocampo, “uma área do cérebro muito importante para a memória”, além de ajudar a reduzir e controlar o estresse e seus efeitos negativos.
Com Notícias ao Minuto Brasil






