A medida é resultado de um novo decreto publicado pela gestão municipal, que proíbe a prática no balneário após um casal de turistas ter sido agredido por barraqueiros na praia.
Segundo a prefeitura, a equipe de fiscalização foi dobrada e passou a contar com 30 fiscais, que atuam na adequação da faixa de areia da praia. Nesta semana, as 49 barracas da área central de Porto de Galinhas foram fiscalizadas. As seis que receberam notificações precisam fazer adequações e atualizar os cardápios para funcionar de acordo com a lei.
A nova norma acrescenta dois artigos a um decreto municipal de 2018 e regulamenta, no município, o que determina o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe a cobrança de taxa de consumação mínima.
O Decreto nº 149 foi assinado pelo prefeito Carlos Santana (Republicanos) e veda a exigência ou cobrança de “consumação mínima, taxa ou multa pela ausência de consumo” por parte do cliente, assim como a prática de “venda casada de bens, serviços ou produtos”.
Os estabelecimentos que descumprirem a norma podem ser interditados e ter a licença de funcionamento cassada pela Secretaria de Meio Ambiente.
Com Polêmica Paraíba






