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Empresária detida suspeita de golpes de R$ 240 mil não paga fiança e vai para prisão

Delegacia de Defraudações e Falsificações vai continuar investigando o esquema, no intuito de identificar possíveis cúmplices da empresária e outras vítimas da suspeita.
Uma empresária presa, na manhã dessa quinta-feira (9), em um apartamento de luxo no bairro Cabo Branco, na Zona Leste de João Pessoa, não pagou fiança de 10 salários mínimos arbitrada durante audiência de custódia e foi encaminhada ao Presídio Feminino Júlia Maranhão, na Capital. A detida é suspeita de aplicar golpes que, inicialmente, eram estimados em mais de R$ 100 mil, mas, após denúncias de vítimas, foram elevados para mais de R$ 240 mil. Ela tem empresas instaladas em dois shoppings da Capital e também um food truck no Parque Cabo Branco.



De acordo com o delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações, a suspeita contratou serviços para fabricação de quiosques com cheques sem fundos, com valores de aproximadamente R$ 30 mil. As investigações mostraram que a empresária também teria locado flats de luxo, atuando irregularmente como corretora de imóveis, e negociado produtos importados dos Estados Unidos de forma fraudulenta, apropriando-se indevidamente dos valores pagos.

“Ela chegou a simular depósitos bancários e a orientar as vítimas a conferir suas contas, informando que havia feito depósitos correspondentes à devolução dos apropriados. Mas tudo não passou de mais um artifício executado pela investigada para ganhar tempo e continuar a praticar condutas criminosas”, informou Lucas Sá.

“Ela será indiciada por todas as fraudes praticadas, que demonstram que a suspeita executava as diversas condutas criminosas como ‘meio de vida’, motivo pelo qual a DDF pedirá o bloqueio de todos os bens da suspeita e sua prisão preventiva, para que as condutas criminosas sejam cessadas e os prejuízos acusados sejam reparados”, concluiu o delegado.
A Delegacia de Defraudações e Falsificações vai continuar investigando o esquema, no intuito de identificar possíveis cúmplices da empresária e outras vítimas da suspeita. Qualquer denúncia pode ser feita pelo telefone 197, que garante sigilo ao informante.
Da Redação
Com Portal Correio
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