“Está na UTI se recuperando, mas o estado dele nos preocupa face a quantidade de comorbidades”, disse ao ParlamentoPB o advogado José Rawlinson Ferraz, que representa o ex-diretor do Hospital Padre Zé. O sacerdote é diabético, hipertenso e também sofre de depressão mesmo antes da prisão, ocorrida depois da deflagração da Operação Indignus que coletou indícios contra o ex-diretor do “Hospital dos Pobres” apontando que ele teria adquirido uma série de serviços e bens, como 29 imóveis. Neles havia itens de luxo, como adegas para os vinhos e obras de arte.
Egídio foi diretor do Padre Zé por cerca de 10 anos e está preso desde novembro, sob acusação de desviar R$ 140 milhões destinados à instituição filantrópica que comandava. Todos os pedidos da defesa para transformar a prisão dele em domiciliar foram negados tanto pelo Tribunal de Justiça da Paraíba quanto pelo Superior Tribunal de Justiça, em Brasília.
Da Redação
Do Portal Umari
Com Parlamento PB





