A investigação indicou que o suspeito armazenava, em ambiente digital, 26 arquivos contendo imagens e vídeos de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes, prática que configura violação à legislação penal e afronta direta aos direitos fundamentais de menores.
O investigado poderá responder pelos delitos de aquisição, armazenamento e eventual compartilhamento de material pornográfico infantil, previstos nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), cujas penas podem ultrapassar 10 anos de reclusão, sem prejuízo de outras imputações que possam surgir a partir da análise do material apreendido.
O nome “Kori” faz referência a uma divindade protetora da infância, simbolizando a missão da PF no enfrentamento a crimes contra a dignidade sexual de menores.
Com Assessoria





