O projeto é criticado por organizações pró-transparência e anticorrupção, que afirmam que o conteúdo ataca a Lei da Ficha Limpa e foi aprovado sem debate público.
Atualmente, a lei estabelece que o político declarado inelegível não pode disputar eleições realizadas durante o mandato em curso nem nos oito anos subsequentes ao fim de sua legislatura (de até quatro ou oito anos). Também não podem se candidatar até o trânsito em julgado da condenação. Parlamentares argumentam que isso faz com que os afastamentos durem, na prática, mais de oito anos.
A proposta aprovada pelo Senado altera esse formato: o prazo de inelegibilidade passaria a ser único, de oito anos, contados a partir de quatro marcos, que dependerá de cada caso.
Com PB Agora





