Segundo o delegado Elton Vinagre, o suspeito integrava um grupo criminoso que promovia feirões fictícios de compra e venda de carros. As vendas eram feitas entre pessoas físicas, mas ao banco eram apresentadas como transações realizadas por empresas de fachada, que recebiam comissões falsas.
“Eles usavam empresas de fachada para dar aparência de legalidade e simulavam compras e vendas de veículos, repassando comissões para empresas de amigos ou empresas de fachada”, explicou o delegado.
A Polícia Civil estima que o esquema tenha causado um prejuízo de aproximadamente R$ 1,6 milhão. Além da prisão do ex-bancário, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao grupo.
Com PB Agora






