De acordo com Josenilson, o ex-prefeito Antônio Gomes
estaria articulando a pré-candidatura do filho, o atual vereador e ex-presidente
da Casa, Alisson Gomes, para disputar novamente o comando do Legislativo
municipal. Segundo a informação apurada pelo radialista, Alisson já surgiria
com vantagem significativa caso a atual presidente, vereadora Djá Moura, decida
não disputar a reeleição.
Alisson Gomes já presidiu o Legislativo por dois mandatos,
ambos durante a gestão do pai à frente da Prefeitura de Mari. Agora, com o
apoio direto de Antônio Gomes, ele estaria disposto a “entrar no jogo”
novamente — movimento que, segundo Josenilson, já provoca conversas e
aproximações entre vereadores insatisfeitos com a atual composição.
Durante o programa, o radialista Professor Josa, parceiro de
bancada de Josenilson, questionou se Alisson teria maioria para sustentar uma
candidatura. A resposta foi direta: há vereadores que “não estão satisfeitos” e
que já estariam sendo sondados para migrar em apoio ao ex-presidente, caso Djá
Moura não confirme a disputa pela reeleição.
Professor Josa, porém, acrescentou outra informação
relevante ao debate: segundo ele, Djá Moura irá, sim, buscar sua reeleição. O
comunicador, que é esposo da atual vice-presidente da Câmara, vereadora Tania,
revelou ainda que existe um documento assinado pelo chamado Grupo G6,
estabelecendo que a próxima presidente da Casa seria justamente a vereadora
Tania. O suposto acordo teria sido firmado no início do ano legislativo.
A conversa avançou para outro ponto sensível: a posição da
prefeita Lucinha da Saúde. Professor Josa afirmou que é natural que a gestora
tenha interesse em lançar uma candidata própria, enquanto Josenilson ponderou
que, se isso ocorrer, a prefeita precisará acelerar suas articulações — já que
o ex-prefeito Antônio Gomes teria saído na frente e com força.
O radialista também destacou que outros nomes podem surgir
para a disputa, entre eles os vereadores Diego, Vânia de Zú e Nice do
Assentamento. Essa multiplicidade de articulações pode facilitar a estratégia
de Alisson, que buscaria agregar vereadores descontentes e formar uma chapa
competitiva — cenário que, segundo Josenilson, exige atenção redobrada da
prefeita para evitar uma repetição de episódios recentes na política local.
Outro ponto levantado por Josenilson foi a falta de
segurança em relação a alguns vereadores que hoje estão ao lado da prefeita,
mas que, segundo ele, podem não seguir o nome escolhido por Lucinha caso ela
oficialize uma candidata à presidência da Casa. “A prefeita precisa iniciar
logo suas conversas, porque Antônio já começou as dele”, alertou.
A revelação caiu como uma bomba no meio político de Mari e
cidades vizinhas. O comentário que ecoa nas rodas de conversas é: Djá Moura
realmente vai à reeleição? Se sim, como fica o acordo firmado com o G6? E, caso
não vá, Alisson Gomes já teria caminho livre para retornar ao comando da
Câmara?
Vale lembrar que há apenas dois meses, em entrevista a rádio
local, a própria presidenta Djá Moura reafirmou publicamente sua intenção de
concorrer à reeleição — o que torna o cenário ainda mais nebuloso.
Enquanto isso, cresce a expectativa sobre a veracidade,
extensão e impacto das articulações mencionadas pelos radialistas,
especialmente o suposto documento assinado e os movimentos do ex-prefeito
Antônio Gomes.
A nossa equipe de reportagem seguirá acompanhando de perto
os próximos capítulos da política mariense, que promete novos desdobramentos
nos próximos dias.
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Da Redação






