De acordo com Luciano Edgley, que há mais de uma década leciona sobre comunicação e humanização em saúde para turmas de estudantes de medicina; recorrentes estudos têm demonstrado que falhas de comunicação entre profissionais de saúde ou entre estes profissionais e os pacientes são um dos principais fatores diretos ou contribuintes para ocorrência de erros nos cuidados à saúde. Alguns estudos apontam que a comunicação ineficaz está entre as causas-raízes de mais de 70% dos erros na atenção à saúde.
“O erro irreversível é a pior consequência de uma relação marcada por uma comunicação negligenciada. Mas não é o único prejuízo. Uma comunicação desumanizada em contexto de saúde é uma fragilidade que impede a geração do vínculo entre pacientes, família e/ou cuidadores e os profissionais de saúde.”, alertou.

Para o especialista, não há como garantir qualidade em cuidado em saúde sem a promoção de uma comunicação assertiva, efetiva, empática e acolhedora. ” Esse é o tipo de comunicação comprometida com o diálogo, com o empoderamento do paciente e com a humanização do atendimento.”, assegurou Luciano Edgley.
Princípio Legal da Humanização
De acordo com a lei a atenção humanizada passa a ser reconhecida como diretriz legal do SUS, ao lado de outros princípios como a integralidade da assistência, a universalidade do acesso e a equidade.
Com Assessoria






