Na prática, a “folga” virou combustível para manter o básico funcionando — e o básico, em município, é sagrado: folha paga. O presidente da Famup, George Coelho, destacou que o desempenho do FPM ajudou a assegurar o pagamento do 13º salário sem sobressaltos. Muitas gestões, inclusive, anteciparam a primeira parcela ainda em junho, e não há registro de atrasos neste fim de ano, segundo a entidade.
O recado político por trás do dado é simples: com receita reforçada, quem planejou respirou e quem administra na ponta ganha espaço para organizar contas, honrar compromissos e até abrir margem para investimentos com mais responsabilidade. Em ano de fechamento, o FPM não foi “presente”: foi termômetro de gestão. E, pelo balanço da Famup, 2025 termina com um carimbo raro e valioso na vida municipal: regularidade.
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