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Cida Ramos acusa “golpe” na quebra do sigilo de Lulinha

 A presidenta do PT da Paraíba, Cida Ramos, avaliou que hoje um “golpe” e uma “armação” na aprovação da quebra de sigilo do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís da Silva, o Lulinha. A deputada estadual confirmou a tese do deputado Paulo Pimenta (PT-RS) que apresentou questão de ordem com pedido para a Presidência da CPMI de anulação do resultado alegando erro material da contagem dos votos de ontem, proferidos em bloco.

“Houve um golpe claramente, armado. Não se contou voto. Ninguém sabe nem quem votou. Foi uma armação política e que vai ter resposta. Toda armação que é própria do Bolsonarismo, de fake News, de golpe, nós vamos responder à altura. Já estamos com um processo de recurso”, disse a parlamentar paraibana.

Ela explicou o voto contrário de Romero Rodrigues à convocação de Lulinha como natural de um integrante da base que tem diálogo com o PT. “A liderança da nossa bancada conversa diariamente com todos os partidos. E Romero faz parte da base com que Lula dialoga. Se elevotou, o voto dele diz respeito a entender que foi uma armação política. O voto dele diz respeito a entender que se trata de uma armação política e não podemos envolver família para tentar destruir adversários. A disputa deve ser política”, argumentou.

Polêmica na votação – Ainda ontem, o senador Rogerio Marinho (PL-RN) defendeu a manutenção do resultado. “Tem 31 presentes aqui, se 14 votaram em contrário, permanecem 17 que votaram a favor. Não houve golpe”, declarou.

O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a votação em bloco foi solicitada pelo próprio governo com base regimental e que a verificação de quórum passou a valer pelo painel eletrônico de presença, com o registro de 31 parlamentares.

“Em votações simbólicas contam-se apenas os votantes contra, portanto não há como proclamar outro resultado se não a aprovação dos requerimentos”, frisou.

A CPMI pede ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) a elaboração de relatório de inteligência financeira (RIF) para a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva
no período de 2022 a janeiro de 2026. Ele é suspeito de ser sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, que teria feito pagamentos ao filho de Lula por meio de uma amiga dele.

Os pagamentos de R$ 300 mil mensais seriam, segundo apuração preliminar, pagamentos para Lulinha facilitar acesso de Antunes a locais específicos em Brasília — algo que é negado pela defesa de ambos.

A PF também aponta um envelope apreendido com uma amiga de Lulinha na última fase da operação Sem Desconto onde estava o nome dele para receber a encomenda.

Logo após a apreensão, os investigadores captaram mensagens dessa amiga com o Careca do INSS e sua preocupação ao dizer que apreenderam o envelope “do filho do rapaz”.

Já Edson Claro, ex-funcionário do INSS, prestou depoimento à Polícia Federal e acusou Lulinha de manter uma relação de proximidade e até uma sociedade empresarial com Antunes. Ele teria dito que o filho de Lula recebeu uma cifra de 25 milhões (sem especificar em qual moeda) do “careca do INSS”, além de uma “mesada” de R$ 300 mil.




Com Parlamento PB

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