Na última terça (24), na Rádio Araçá FM, em entrevista ao programa Liberdade de Expressão sob o comando de Jaílton Alves e Roberto Oliveira a presidente da Câmara Municipal de Marí, Djá Moura, valorizou a importância dos programas jornalísticos e o trabalho da imprensa que preza pela imparcialidade e exercem com ética e responsabilidade o exercício do serviço de informação
Djá Moura esclareceu informações distorcidas que foram compartilhadas nas mídias locais e divulgadas no programa Araçá em Debate no último sábado. A fonte que repassou as informações aos apresentadores sem nenhum compromisso com a verdade se mantém no anonimato, enquanto quem divulgou, ficou em uma situação desconfortável e com a credibilidade abalada
DEMISSÃO DE SERVIDORA
- Djá Moura afirmou que todas as informações veiculadas são inverídicas. “A servidora Lúcia foi contratada em 2017 portanto não trabalhava na câmara há 20 anos”
- “Informaram que Lúcia foi demitida por perseguição. Como presidente da câmara municipal tenho a prerrogativa administrativa de contratar e demitir fundamentada no interesse público e nas leis. Houveram motivos para a demissão, temos provas, algumas informações prefiro resguardar por uma questão de respeito. Assumi em janeiro de 2025 e ela permaneceu no cargo e agora a demissão foi motivada, tenho provas concretas e testemunhas de ataques contra mim com palavras de baixo calão o que já caberia demissão por justa causa”
- “Foi divulgada a informação que Lúcia estava perto de se aposentar, mas ela já é aposentada há alguns anos e querem me responsabilizar de tirar o emprego de uma pessoa que está prestes a se aposentar. Veja aí a irresponsabilidade de divulgar notícia falsa colocando as pessoas contra mim. Eu sempre tive apreço por Lúcia, sempre a tratei muito bem mas infelizmente os xingamentos e a falta de respeito provocaram a demissão”
- “Ligações de Lúcia ‘sem querer’ para um grupo que temos no WhatsApp nos permitiu ouvi-la junto com uma vereadora na calçada de sua casa falando mal de mim e, me xingando, prefiro até não nominar os xingamentos. Quando a chamei para conversar sobre esse assunto que não apenas eu, mas outros servidores também ouviram na mesma chamada para o grupo e isso me garante testemunhas quanto as provas. Nesta conversa na câmara ela quis se eximir da culpa e foi pra casa. Após uns 40 minutos Lúcia novamente ligou para o grupo dos servidores, estava junto com a mesma vereadora que desta vez estava acompanhada do esposo onde abordou a conversa que tivemos. Tudo tem um limite, não posso ser destratada e fingir que nada aconteceu”
Assista aos vídeos com a entrevista na íntegra:
Com Assessoria






