De acordo com a parlamentar, muitas famílias enfrentam dificuldades para acessar serviços especializados, terapias multidisciplinares e acompanhamento contínuo dentro da rede pública, especialmente quando se trata de casos considerados mais complexos, que demandam maior suporte clínico e social.
O Transtorno do Espectro Autista é reconhecido no Brasil como deficiência, garantindo direitos legais como acesso à saúde, educação, assistência social e inclusão. A Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA assegura atendimento multiprofissional e suporte pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Dentro da rede pública de saúde, o atendimento pode ocorrer em Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Centros Especializados em Reabilitação (CER) e hospitais de referência, formando uma rede integrada de cuidado ao paciente e à família.
A vereadora reforçou que, além do tratamento da criança, é fundamental garantir suporte psicológico e orientação contínua aos pais, que muitas vezes enfrentam sobrecarga emocional e dificuldades financeiras para manter terapias e cuidados diários. “Atualmente o município de Mari oferece atendimento psicológico direcionado às crianças com TEA, mas observa a ausência de acompanhamento psicológico voltado aos pais e responsáveis”, destacou a vereadora Tânia.
No Brasil, legislações e políticas públicas também preveem atendimento prioritário e tratamento humanizado para pessoas com deficiência e seus cuidadores em diversos serviços públicos, incluindo saúde e assistência social.
Ainda segundo a parlamentar, o objetivo do pedido é fortalecer a rede de apoio às famílias, garantindo mais qualidade de vida, inclusão social e dignidade para as crianças com TEA e seus responsáveis.
Com Assessoria de Comunicação







