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Perseguição política do Governo do Estado atinge servidores em Caldas Brandão-PB

 

A população de Caldas Brandão volta a assistir, com indignação, a mais um capítulo de perseguição política promovida pelo Governo do Estado dentro do município. Desta vez, a interferência acontece na Escola Estadual do Cajá, onde servidores estão sendo demitidos por influência direta de interesses políticos ligados à ex-candidata derrotada Daniela Martins.

Mesmo sem exercer qualquer mandato e sem representar politicamente a maioria da população de Caldas Brandão, Daniela Martins continua atuando nos bastidores do governo estadual com o apoio do chefe da Casa Civil, Ronaldo Guerra, e do secretário de Administração, Tibério Limeira. A atuação desse grupo tem resultado na demissão de trabalhadores que apenas desempenham suas funções, mas que acabam se tornando vítimas de disputas políticas.

A situação se torna ainda mais grave porque, em 2022, no segundo turno das eleições, houve um acordo político entre o governador e o prefeito Fábio Rolim para que as indicações dos cargos nas escolas estaduais do município fossem feitas pelo prefeito. O compromisso, entretanto, nunca foi cumprido.

Diante da quebra de palavra e da falta de respeito com Caldas Brandão, o prefeito Fábio Rolim decidiu tornar pública sua insatisfação e anunciou que não apoiaria João Azevêdo para o Senado, justamente por considerar desleal a postura adotada pelo governador em relação ao município.

Outro dado que evidencia a distorção política é o peso desproporcional concedido a Daniela Martins dentro da estrutura estadual. Candidata derrotada em duas eleições municipais e sem respaldo popular, ela foi responsável por conduzir o apoio à reeleição do governador em Caldas Brandão — resultado que terminou com João Azevêdo apenas na terceira colocação no município.

Foi somente após a adesão do prefeito Fábio Rolim, no segundo turno, que o governador conseguiu reverter o cenário e vencer a disputa em Caldas Brandão. Ainda assim, a realidade que se observa hoje é a manutenção de privilégios para Daniela Martins, que ocupa um cargo na Secretaria de Educação do Estado com salário de cerca de R$ 5 mil, além de continuar exercendo influência direta nas nomeações das duas escolas estaduais do município.

Para muitos moradores, o episódio evidencia uma perseguição política clara e injusta, em que servidores públicos acabam sendo usados como peças de uma disputa que não deveria interferir no funcionamento das instituições educacionais.

A população de Caldas Brandão espera respeito, diálogo e compromisso com a palavra dada — valores fundamentais para qualquer relação política séria e responsável com o município.




Com Assessoria

 

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