Edvaldo Neto (Avante), prefeito interino de Cabedelo que foi afastado do cargo após a deflagração da Operação Cítrico, da Polícia Federal, se manifestou pela primeira vez após o ocorrido.
Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Edvaldo afirmou estar com a “consciência tranquila” e que não cometeu nenhum ato ilegal enquanto esteve como prefeito da cidade ou como vereador.
“Todos os atos investigados pela Operação Cítrico foram realizados antes de eu estar na condição de prefeito interino da nossa cidade, ou seja, nenhum ato teve qualquer participação minha”, disse.
Edvaldo também frisou que desde que assumiu a prefeitura, após a cassação do ex-prefeito André Coutinho, que tomou medidas contra o envolvimento de facções criminosas na administração municipal.
“Nos reunimos com o Ministério Público, com o Poder Judiciário, com representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, sempre nos colocando a inteira disposição para debater e reputar de forma veemente qualquer situação ou qualquer pessoa que tivesse indícios de ligação com o tráfico e a Prefeitura de Cabedelo”, explicou.
Com o afastamento de Edvaldo, quem assumiu interinamente o cargo foi o presidente da Câmara Municipal, José Pereira (Avante) – a posse ocorreu nessa quarta-feira (15).
Impasse sobre afastamento
O gestor ainda aguarda uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) sobre o afastamento do cargo, o que, inclusive, o impediria de assumir a Prefeitura de forma definitiva após ser eleito nas eleições suplementares, realizadas no último domingo (12).
A diplomação de Edvaldo como prefeito está marcada para o dia 25 de maio. Caso a Justiça Eleitoral decida pelo afastamento dele, quem assume o cargo é o vice na chapa das eleições suplementares, Evilásio Cavalcanti.
Com Portal Correio






