Segundo reportagem do UOL, Flávio disse que Trump respondeu que o assunto está “em análise”. O senador afirmou que a medida seria uma forma de ampliar o combate às organizações criminosas brasileiras.
“Pedir enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, declarou o parlamentar.
De acordo com o senador, ele também informou ao republicano que, caso seja eleito presidente da República, pretende aproximar o Brasil da iniciativa “Escudo das Américas”, lançada por Trump em parceria com governos conservadores da América Latina para ações de segurança e redução da influência chinesa na região.
Durante a coletiva, Flávio criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o atual governo resiste a acordos internacionais de combate ao crime organizado.
Questionado sobre a possibilidade de uma eventual classificação abrir espaço para ações militares dos Estados Unidos em território brasileiro, o senador negou apoiar qualquer intervenção.
A reunião com Trump ocorreu em meio ao pior momento da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, após a divulgação de áudios em que ele pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ainda segundo o UOL, Flávio esteve acompanhado do irmão, Eduardo Bolsonaro, e do comentarista político Paulo Figueiredo. Eduardo relatou que Trump iniciou a conversa perguntando sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A reportagem também informa que a Casa Branca não confirmou oficialmente o encontro antes da chegada da comitiva brasileira ao local.
Com Polêmica Paraíba





