O gestor agradeceu o empenho dos profissionais envolvidos e reforçou a orientação para intensificar as ações de combate às facções criminosas em todo o estado. “Nosso compromisso é não baixar a guarda. Vamos continuar fortalecendo as ações de segurança pública, combatendo o crime organizado e desarticulando estruturas utilizadas por facções criminosas. Agradeço o trabalho e a dedicação de todos os profissionais que participaram desta operação, que protege a população paraibana e fortalece a presença do Estado”, ressaltou o governador.
Coordenada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, a Operação Ponto Cego integra as ações da Operação Paraíba Mais Segura. A iniciativa teve como objetivo identificar e remover sistemas clandestinos de videomonitoramento utilizados por organizações criminosas para monitorar territórios e acompanhar a movimentação das forças de segurança.

O secretário da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, ressaltou que a Operação Ponto Cego integra a estratégia de atuação conjunta das forças de segurança para enfraquecer a atuação das facções criminosas na Paraíba. “Conseguimos desarticular uma estrutura utilizada por organizações criminosas para monitorar territórios e acompanhar a movimentação das forças de segurança. Essa é uma ação que terá continuidade, dentro da Operação Paraíba Mais Segura, com integração cada vez maior entre as instituições e intensificação do combate ao crime organizado em todo o estado”, afirmou.
Também estiveram presentes o delegado geral da Polícia Civil, André Rabelo, os comandantes da Polícia Militar, coronel Ronildo, e do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Marcelo Araújo, além de integrantes das equipes que participaram da operação.
Balanço – Durante a ação, foram mobilizados 150 policiais civis, 80 policiais militares e 35 bombeiros militares. Ao todo, 69 equipamentos clandestinos de videomonitoramento foram identificados e removidos em nove municípios paraibanos: João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Conde, Pedras de Fogo, Pitimbu, Alhandra e Caaporã.
As investigações e os levantamentos de inteligência apontaram que os equipamentos eram utilizados por facções criminosas para ampliar o controle territorial e dificultar a atuação policial. Com a retirada das câmeras, as forças de segurança enfraquecem a capacidade de monitoramento dos grupos criminosos e reforçam o controle do Estado sobre as áreas afetadas.
A operação também resultou na prisão em flagrante de um operador do sistema clandestino de videomonitoramento no município de Cabedelo. O suspeito atuava diretamente na operação dos equipamentos utilizados pela organização criminosa.
Com Portal do Litoral





