Representação criminal protocolada na Polícia Civil relata que profissional de saúde teria sido intimidado durante plantão na UPA e obrigado a realizar um PIX após ameaça. Caso será investigado pela Delegacia de Guarabira.
O homem acusado de matar o engenheiro Rubinho, crime que provocou grande comoção na Paraíba, passou a ser alvo de uma nova denúncia na Polícia Civil. Desta vez, um médico registrou uma representação criminal afirmando ter sido ameaçado com uma arma de fogo durante um plantão na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarabira.
O documento foi protocolado na última segunda-feira (29), na Delegacia de Guarabira, e aponta Christian Medeiros Veiga Dantas Costa como autor das supostas ameaças ocorridas em 30 de maio deste ano, conforme publicou a jornalista Jaceline Marques em seu instagram nesta terça-feira (30).

De acordo com o relato apresentado às autoridades, Christian teria entrado na sala onde o médico trabalhava afirmando que estava no local para cobrar uma dívida relacionada à sua atual namorada, identificada como Larissa.
Ainda conforme a denúncia, embora o profissional tenha reconhecido a existência do débito, o investigado teria exibido uma arma de fogo durante a conversa. Sentindo-se intimidado, o médico afirma que realizou imediatamente uma transferência bancária via PIX para encerrar a situação.
A representação criminal anexou o comprovante da operação financeira, que, segundo o documento, identifica o médico como pagador e Christian como destinatário dos valores transferidos.
Por razões de segurança, a identidade do profissional foi preservada e permanece sob sigilo.
O procedimento já está em tramitação na Delegacia de Guarabira, que deverá ouvir os envolvidos, analisar os documentos apresentados e conduzir as diligências necessárias para esclarecer os fatos.
A nova denúncia ocorre enquanto Christian responde pelo processo relacionado à morte do engenheiro Rubinho, caso de grande repercussão no estado. Até o momento, a representação criminal trata de alegações que ainda serão apuradas pela Polícia Civil. O investigado não foi condenado pelos fatos narrados e terá assegurados o direito ao contraditório e à ampla defesa durante o andamento da investigação.
Com Expresso PB





