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Polícia Civil pede prisão preventiva de delegado e agentes suspeitos de venda de drogas

 

A Polícia Civil da Paraíba concluiu um dos quatro inquéritos instaurados no âmbito da Operação Perfidus e solicitou à Justiça a decretação da prisão preventiva dos investigados, o delegado Braz Morrone, além dos agentes da Polícia Civil Everton Aires e Eduardo Jorge que estão presos desde o dia 2 de junho. O pedido tem como base a gravidade dos crimes apurados e o conjunto de provas reunido durante as investigações.

Neste primeiro procedimento, os investigados foram indiciados por participação na subtração de entorpecentes e pela elaboração de um boletim de ocorrência com informações falsas, que teria sido utilizado para conferir aparência de legalidade às ações criminosas.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações produziram provas técnicas que permitiram identificar individualmente a atuação de cada envolvido nas diferentes etapas do esquema, desde a localização e retirada das drogas até a distribuição, comercialização e recebimento dos valores obtidos com o tráfico.

Com base nos elementos colhidos ao longo da apuração, a corporação representou pela prisão preventiva dos investigados, argumentando que a medida é necessária diante da gravidade dos fatos e da robustez do material probatório.

Segundo a Polícia Civil, os procedimentos foram desmembrados em núcleos temáticos para dar maior celeridade às investigações, evitar tumulto processual e facilitar a análise das condutas atribuídas a cada investigado.

Os demais inquéritos decorrentes da Operação Perfidus permanecem em andamento e apuram possíveis crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Em nota, a Polícia Civil reafirmou o compromisso de conduzir as investigações de forma técnica e imparcial, destacando que a responsabilização dos investigados ocorrerá independentemente da função pública ou da posição por eles ocupada.




Com Parlamento PB

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