Neste primeiro procedimento, os investigados foram indiciados por participação na subtração de entorpecentes e pela elaboração de um boletim de ocorrência com informações falsas, que teria sido utilizado para conferir aparência de legalidade às ações criminosas.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações produziram provas técnicas que permitiram identificar individualmente a atuação de cada envolvido nas diferentes etapas do esquema, desde a localização e retirada das drogas até a distribuição, comercialização e recebimento dos valores obtidos com o tráfico.
Com base nos elementos colhidos ao longo da apuração, a corporação representou pela prisão preventiva dos investigados, argumentando que a medida é necessária diante da gravidade dos fatos e da robustez do material probatório.
Segundo a Polícia Civil, os procedimentos foram desmembrados em núcleos temáticos para dar maior celeridade às investigações, evitar tumulto processual e facilitar a análise das condutas atribuídas a cada investigado.
Os demais inquéritos decorrentes da Operação Perfidus permanecem em andamento e apuram possíveis crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Em nota, a Polícia Civil reafirmou o compromisso de conduzir as investigações de forma técnica e imparcial, destacando que a responsabilização dos investigados ocorrerá independentemente da função pública ou da posição por eles ocupada.
Com Parlamento PB





