Ele tem apresentado ao povo paraibano o que o seu governo, junto com a gestão de seu antecessor, João Azevedo (PSB), já fez, está fazendo e ainda poderá realizar, o que tem lhe dado bastante credibilidade diante do eleitorado do estado.
Isso é diferente do que vem acontecendo com seus adversários políticos, leia-se, Cícero Lucena (MDB) e Efraim Filho (PL), que, por serem oposicionistas, procuram desconstruir o discurso do grupo governista, o que denota um certo ceticismo.
Daí ser fácil compreender por que ambos ainda não convenceram a maioria do povo paraibano. Pelo menos, é o que mostram os números das últimas pesquisas.
Dentro desse contexto, é fatídico observar que a evolução comportamental da eleição do governador Lucas Ribeiro, que busca renovar seu mandato por mais quatro anos, pode ser algo natural e espontâneo, tendo em vista que, a cada dia, fica mais evidente o grau de consciência política que a população paraibana tem alcançado.
Ou seja, está mais do que claro que o eleitorado, em sua grande maioria, até o momento não se mostra radicalmente contra Cícero e Efraim, mas a favor da permanência de uma gestão que deu certo e que tem colocado o estado da Paraíba no topo do desenvolvimento no País, transformando para melhor a qualidade de vida dos paraibanos e de muitos outros brasileiros que já começaram a migrar de outros estados para a Paraíba, dada a sua desenvoltura administrativa.
A verdade é que essa aceitação popular do grupo do governo e das posições vanguardistas do presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicanos), Aguinaldo Ribeiro (PP), Adriano Galdino (Republicanos) e João Azevedo (PSB), que, assim como Lucas Ribeiro, são os que mais pontuam nas pesquisas, é resultado de muito planejamento administrativo e estratégia política, justamente dessas principais “cabeças pensantes”.
Não por acaso, repito, João Azevedo aparece em primeiro lugar, disparado, nas pesquisas para o Senado Federal, assim como Hugo Motta e Aguinaldo Ribeiro também são apontados como os mais bem colocados na disputa para deputado federal.
O mesmo acontece com Adriano Galdino, o “filho do povo”, que é o mais lembrado entre os deputados estaduais em todas as pesquisas, podendo ainda “arrastar” a candidatura de Nabor Wanderley (Republicanos), que começa a avançar e pode levar Nabor a uma vitória surpreendente.
Apesar de todos os esforços de Cícero Lucena e Efraim Filho, que, diga-se de passagem, ainda têm muitas chances de fazer com que um dos dois provoque um segundo turno, há uma tendência evidente de que, daqui a poucos dias, possa começar uma avalanche de adesões à candidatura de Lucas Ribeiro.
Isso já aconteceu recentemente com a prefeita da cidade de Areia, Sílvia Cunha Lima, o que pode consolidar de vez a vitória da reeleição do governador Lucas Ribeiro.
Essa eleição deste ano na Paraíba é, acima de tudo, pedagógica, pois demonstra o quanto é importante se planejar para pôr em prática as ações e jamais tomar decisões açodadas e abruptas, cujos reflexos são sempre em forma de fracasso, especialmente quando se trata de futurologia política ou de pressão por imposição, sem o ouvido do grupo do qual se faz parte, sem auscultar o clamor das ruas e, muito menos, se autodeclarar candidato de si só, apenas por conjecturas recheadas de vaidades e interesses individuais.
Por fim, vemos que, com a formação de um grupo forte, composto por parlamentares da estirpe de Hugo Motta, Aguinaldo Ribeiro, Adriano Galdino e João Azevedo, e ainda com um governador como Lucas Ribeiro, com um governo operoso, tem se tornado um verdadeiro “rolo compressor” diante de seus adversários, que sabem do favoritismo de quem está no poder e têm consciência das chances de Lucas Ribeiro renovar seu mandato.
Embora ainda haja amplas possibilidades de reação e de que seus adversários promovam um eventual segundo turno, vencerá quem melhor “vender seu peixe” à população paraibana.
Quem viver, verá!





