No primeiro turno, Lula cresceu três pontos sobre os 39% da semana passada e Flávio Bolsonaro avançou dois pontos sobre os 33%. A diferença entre ambos saiu de 4 para 5 pontos no primeiro turno e o presidente voltou a ter vantagem acima da margem de erro de 2 pontos porcentuais na semana marcada pela crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
Augusto Cury caiu de 9% para 6%, o que mostra segunda queda porcentual do candidato do Avante, após a disparada na semana retrasada, quando chegou ao pico de 11%. Ronaldo Caiado (PSD) saiu de 4% para 5% e Renan Santos (Missão) variou de 4% para 2%.
Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) permaneceram com 1%. Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), e Wilson Grassi Júnior (Democrata) ficaram com 0%.
O total de brancos, nulos e dos que não votariam em nenhum dos nomes apresentados foi de 3% para 4% e os indecisos ou que não opinaram permaneceram em 2%.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro seguiram empatados tecnicamente, mas o presidente voltou numericamente ao topo.
Lula atingiu 47% contra 46% de Flávio Bolsonaro, ante 46% a 45% para o senador na semana passada. Neste cenário, nenhum/branco/nulo somariam 6% e 1% estaria indeciso ou não respondeu.
A pesquisa BTG Pactual/Nexus manteve outros três cenários com embates do presidente contra Caiado, Cury, Zema e Renan Santos.
No embate entre Lula e Cury, o presidente também reverteu o cenário, com 45% a 42% sobre o escritor, ante 45% para Cury e 43% para Lula na semana anterior.
Contra Caiado, Lula teria vantagem de 47% a 41%, ante vantagem de 46% a 43% na semana passada. Em um segundo turno contra Zema, Lula teria 49% a 38%, ante 47% a 40% na pesquisa anterior.
Se o adversário fosse Renan Santos, o presidente venceria por 48% a 37%, ante 47% a 39% no levantamento anterior.
Metodologia
A pesquisa foi realizada por telefone com 2003 eleitores maiores de 16 anos entre sexta-feira (11) e este domingo (13) nos 26 estados e no Distrito Federal.
A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, um índice de confiança de 95% e a pesquisa foi tem o registro BR-04076/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).





