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Eleições 2026: ocorrências são registradas na Paraíba durante período de votação

 Polícia Militar da Paraíba e a Polícia Federal estarão disponíveis para qualquer diligência; confira o número de denúncias.

O início do 1º turno das Eleições 2026 começou neste domingo (4) em todo o país. Entretanto, além dos eleitores se atentarem aos documentos e aos horários de votação, é importante entender quais comportamentos são ou não permitidos.

A Polícia Militar da Paraíba e a Polícia Federal estarão disponíveis para qualquer diligência.

De acordo com os agentes da PM, apenas nestas primeiras horas de pleito, 18 chamados de denúncias já foram acionados.

No último balanço, duas pessoas haviam sido presas por propaganda irregular na cidade de Teixeira, no Alto Sertão Paraibano.

Agora, mais três pessoas foram presas. A primeira, na cidade de Cacimba de Cima, por boca de urna (uma mesária jogando santinhos nas imediações do local de votação). A segunda foi presa em Mulungu, também por crime de boca de urna.

A terceira prisão aconteceu na cidade de Piancó; uma pessoa foi presa com material de campanha (santinhos e panfletos) no carro.

As denúncias podem ser feitas pelo número oficial da PM (190).

Polícia Federal

Até às 11h30 deste domingo (4), a Polícia Federal havia instaurado 1.293 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026.

O valor de bens apreendidos em ações relacionadas a crimes eleitorais alcançou mais de R$ 45,6 milhões, dos quais cerca de R$ 30,2 milhões correspondem a apreensões de dinheiro em espécie.

Até o momento, 48 pessoas foram conduzidas. Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.

  • Polícia Civil (PC-PB)

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos de Patos (DRF-Patos), conduziu um indivíduo à Polícia Federal após tomar conhecimento do compartilhamento de um vídeo que teria registrado o momento de votação de um eleitor, em possível crime de violação ao sigilo do voto.

Durante as diligências realizadas no Colégio Cristo Rei, onde teria ocorrido o registro do vídeo, os policiais coletaram informações que apontaram para um possível suspeito. Com o apoio da Unidade de Inteligência da Polícia Civil da Paraíba (Unintelpol), foi possível localizar o endereço do eleitor.

A equipe policial se dirigiu até a residência indicada e, após se identificar, obteve a confirmação do próprio eleitor de que ele havia realizado e compartilhado o vídeo no momento em que exercia seu direito de voto.

O que não pode:

  • distribuição de santinhos;
  • pedidos de voto;
  • formação de grupos organizados para promover candidaturas;
    comícios e carreatas;
  • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.

Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.

A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.




Com Portal Correio


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