Marçal fez a declaração no último domingo (4), durante a exibição do programa da BNTV Brasil, ao comentar o resultado do primeiro turno das eleições. “O que o Flávio falar, eu estou na guerra. Se o Flávio quiser me por de ministro do STF, eu também tenho o meu diploma de direito, eu vou tocar o terror lá no STF”, afirmou.
Na sequência, Marçal citou outra possibilidade de atuação em um eventual governo de Flávio.
“Se ele quiser me colocar para ser o ministro da ‘Superinteligência’, se quiser me colocar para qualquer coisa eu estou dentro”, disse.
Marçal teve o registro de candidatura à Presidência da República indeferido por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 11 de setembro. A Corte negou o registro por falta de comprovação de filiação partidária ao PRTB no prazo legal. O TSE também declarou que Marçal está inelegível até 2032.
“Sou coringa”
Marçal afirmou que vê o STF como uma instituição que deve ser composta por pessoas com “sabedoria, equilíbrio e experiência”.
“A Suprema Corte precisa ser formada por pessoas de sabedoria, equilíbrio, experiência e independência. Gente que compreenda que o poder existe para servir à nação, e não o contrário”, afirmou.
Sobre uma eventual função em um governo de Flávio, Marçal afirmou que está disposto a atuar em diferentes cargos.
“Se ele entender que posso servir como embaixador, assistente, analista ou ministro, estarei pronto. Não estou preso a cargo nem a título. Sou coringa. Essa é uma das vantagens de ser polímata: transitar por diferentes áreas, conectar conhecimentos e estar preparado para servir onde o país mais precisar.”
Com Polêmica Paraíba com Metrópoles





