Ao ser questionado sobre possíveis alianças, Bruno afirmou que é viável a existência de mais de uma candidatura dentro do campo oposicionista, desde que haja convergência em torno de um projeto comum no segundo turno.
“Defendo a unidade, mas unidade não significa uniformidade. Pode haver mais de uma candidatura no campo das oposições, desde que estejamos juntos no segundo turno”, declarou.
A fala ocorreu em meio às especulações sobre a possibilidade de o senador Efraim Filho apoiar o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena em uma eventual disputa de segundo turno, e vice-versa. Bruno reforçou que o diálogo entre lideranças será fundamental para a construção de alianças mais amplas.
Outro ponto abordado pelo prefeito foi a circulação, nos bastidores, do nome de sua esposa, Juliana Cunha Lima, como possível vice na chapa de Efraim Filho. Juliana é apontada como uma figura capaz de fortalecer a candidatura na região da Borborema, considerada estratégica no processo eleitoral.
Bruno, no entanto, tratou o assunto como especulação. O prefeito ressaltou que qualquer definição sobre composição de chapa dependerá de negociações coletivas e da participação de diferentes partidos e lideranças da oposição. Para ele, o processo eleitoral de 2026 exigirá diálogo e construção conjunta para que o campo oposicionista apresente alternativas competitivas ao governo estadual.
“Eu não ouvi em absoluto, em absoluto, eu não ouvi. Isso aí está no campo das especulações. É claro que ficamos felizes com a lembrança, mas esse será um tema discutido em momento posterior. Formação de chapa é algo que precisa ser debatido com o maior número de aliados e partidos”, disse.
Com PB Agora






