“Os prefeitos serão (decisivos) sim. Nas suas cidades, com a sua condição política, eles vão ter o poder de decisão da eleição. A gente sabe que há tempos atrás tinha candidatos ganhavam no interior e perdiam nas grandes cidades, porque os candidatos dos grandes centros derrotavam os pequenos. E na campanha de 2022 foi totalmente diferente. Os pequenos derrotaram os grandes centros”, historiou.
George Coelho afastou riscos sobre a eleição do governador João Azevêdo (PSB) ao Senado e considerou serão normais eventuais perdas de apoios de prefeitos. Para o presidente da Famup, o trabalho e as obras pesarão a favor da eleição de João ao Senado e para a reeleição do vice Lucas Ribeiro (PP), prestes a assumir o Palácio.
Sobre a iminente posse de Lucas, George vislumbra uma gestão de continuidade, mas com cara de “um novo governo”. “Queira ou não é um novo governo. É outra condição, mas dentro daquilo que os prefeitos esperam de Lucas é a continuidade é o trato perante a classe política, perante os prefeitos, claro que dentro da continuidade, mas fazer com que as pessoas vejam a confiança nele”, avaliou.
Com Parlamento PB






