Além da permissão da família, para acontecer a doação, também é necessária a confirmação da morte encefálica. O processo segue protocolos rigorosos estabelecidos pelo Ministério da Saúde para a definição, que inclui avaliação clínica por médicos distintos e realização de exames complementares, garantindo segurança e confiabilidade em todas as etapas.
De acordo com a diretora da Central Estadual de Transplantes, Rafaela Dias, a atuação das equipes é fundamental para assegurar a condução adequada do processo. “O protocolo de morte encefálica é rigoroso e segue critérios técnicos bem definidos. Todo o processo é realizado por profissionais capacitados, garantindo segurança e transparência desde a identificação do potencial doador até a captação dos órgãos. Temos uma equipe bem preparada”, afirmou.
De acordo com o setor de estatística da Central, 842 pessoas ainda aguardam na lista de espera por um transplante na Paraíba, e 24 transplantes já foram realizados.
Com Portal do Litoral






