A presença conjunta das principais autoridades dos Três Poderes marcou a cerimônia deste ano e ocorreu em um momento de atenção sobre o cenário político e institucional do país.
Antes de ocupar a tribuna das autoridades, Lula e a primeira-dama Janja Lula da Silva percorreram a Esplanada dos Ministérios a bordo do tradicional Rolls-Royce presidencial.
A solenidade deste ano foi organizada em torno de três temas: soberania nacional, combate à violência contra a mulher e a Copa do Mundo Feminina de 2027. A programação contou ainda com desfile motorizado, apresentação de pirâmide humana, honras militares e participação da Esquadrilha da Fumaça.
Entre as autoridades presentes também estavam o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Os representantes chegaram à Esplanada por volta das 8h15.
A participação de Fachin chama atenção porque ocorre em meio aos desdobramentos das investigações envolvendo o Banco Master. No ano passado, ministros do STF não participaram da cerimônia de 7 de Setembro.
A organização do evento passou ainda por avaliação jurídica da Advocacia-Geral da União (AGU), comandada pelo ministro Jorge Messias. A preocupação do governo foi evitar possíveis questionamentos na Justiça Eleitoral.
A orientação para a cerimônia foi evitar símbolos partidários, como o número 13 e as cores associadas ao PT. A medida levou em consideração o precedente de 2023, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Jair Bolsonaro (PL) e Walter Braga Netto inelegíveis por oito anos por abuso de poder político e econômico nas comemorações do Bicentenário da Independência, em 2022.
Com PB Agora





